Haverá ( ??? ) um dia em que me irei aperceber que preciso de ir mais longe do que tenho ido até então, e vou precisar de saber de que vou chegar lá. Mas o mundo e as pessoas irão negar-me essa viagem mas eu não vou ligar e irei continuar a lutar, como sempre, contra os obstáculos que vêm na minha direcção, e aí, não me vou mexer. Vou esperar. Inspirar Fundo.Expirar fundo e esconder as lágrimas. Negar a tudo o que me poderia mover. E então, a leve sucessão dos dias irá impressionar-me e esmagar-me contra uma realidade que não vou querer aceitar, mas há um dia em que tento... tento... e tento. Esqueço as frustrações e recuso tudo o que em tempos me desiludiu, me apagou, tento e acredito que vou conseguir. Esticarei a minha mão e ficarei surpreendido com o alcance do meu braço…
"Chances are when said and done Who'll be the lucky ones Who make it all the way? Though you say I could be your answer Nothing lasts forever No matter how it feels today..."
"À medida que se a próxima de casa a chuva ameaça começar a cair, mostrando-se através de uns esporádicos pingos mais atrevidos. Já na rua onde mora vê a silhueta de um homem ali perto, num canto mais escuro. Esforça-se por manter a cadência do seu passo, para não dar a entender algum incomodo ou receio, à medida que pega logo na chave da porta, para perder o mínimo de tempo a entrar. Quando se encontra a 5 metros da porta de casa o homem sai do abrigo que lhe proporciona a sombra e deixa-se ser visto. Dá dois passos na direcção dela e pára, à medida que baixa o capuz que lhe cobria a cabeça.
- Tu? - diz ela com um ar surpreso, mas aliviada ao mesmo tempo por ser alguém conhecido, para questionar logo de seguida - …mas que fazes aqui?
- Estava pelas redondezas e lembrei-me de vir perguntar se querias ir tomar um café.
- A sério? Mas… mudaste-te para cá, vieste em trabalho??
- Não, continuo por lá. Simplesmente saí do trabalho, peguei no carro e lembrei-me que talvez quisesses ir beber um café comigo.
- Saíste do trabalho…? Mas são 300 kms!!
- Eu sei…
Ele começa então a mostrar alguns sinais de nervosismo, uma mão bem fundo no bolso das calças ao encolher os ombros e a outra mão a refugiar-se na nuca, um ligeiro pontapé numa pedra que encontrou pelo chão enquanto desviava o olhar para o chão para tentar não mostrar esses mesmos sinais. Balbuciou um pouco, estremeceu mais, e hesitou mas lá continuou a falar.
- …sabes, há muito tempo que reparei em ti. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que te vi, com a cara pintada, a roupa suja e um sorriso de quem estava a adorar as brincadeiras que lhe pregavam. Durante uns tempos vi-te com as tuas amigas a divertirem-se e o sorriso de quem estava feliz. Depois desapareceste por uns tempos. Passados uns anos, por força do trabalho voltaste a entrar nos meus horizontes, começámos a falar e quase vivia para ver o teu sorriso todos os dias. E agora vieste embora e sinto falta do teu sorriso… por isso vim perguntar-te… se querias ir tomar um café comigo.
- Mas como deste com o sitio onde moro?
- Foi complicado. Tive de fazer uns quantos telefonemas, ficar a dever alguns favores… ninguém me conseguiu dizer a morada exacta, o melhor que consegui foram umas indicações. Mas vi ali o teu carro estacionado e esperei que pudesses aparecer.
- Pois. Não leves a mal, até ia tomar café contigo mas tenho planos.
- Ah. Pois… claro, devia ter telefonado antes. Tens planos… fica para outra oportunidade, então.
- Pois. Para outra oportunidade.
E ele voltou-se, cabeça a mirar as pedras que pisava em direcção ao seu carro, sem olhar para trás. Entrou no carro e nesse instante começou a chover como há muito não se via. Ali ficou, uns 5 minutos, com as mãos na parte superior do volante e a cabeça pousada sobre as mãos. Ligou o carro e arrancou de volta a casa, para os longos 300kms do regresso, para os quais não teve a mínima pressa, enquanto pensava na triste figura que tinha acabado de fazer. Chegou a casa já madrugada alta, depois da mais demorada viagem de 300kms que tinha feito. A chuva não parava de cair, agora de forma menos severa, complacente com a tristeza que percorria todo o corpo daquele homem devastado. Estacionou o carro e encaminhou-se para a sua vazia casa. Meteu a chave na fechadura e atrás de si ouve uma voz.
- Olá.
Virou-se e ali estava ela, encharcada dos cabelos aos pés e com o sorriso que ele tanto admirava.
- Tu, aqui? Mas não tinhas planos?, perguntou ele.
-Telefonei à minha tia a desmarcar. Disse-lhe que tinha de ir ter com a minha vida.
"Catch and release" - Uma história bonita, que mostra, que por vezes as oportunidades estão nas nossas mãos, e nós deixamo-las voar e depois quando nos apercebemos disso, já pode ser tarde! Neste filme a história teve um final feliz e que belo final... aquela frase curta e simples no fim disse tudo!
Depois de um dia com problemas a mais, resolvidos no fim do dia com "pica a mais"... deixo-vos aqui uma frase inspiradora do meu caro amigo Oscar Wilde...
"Um sonhador é aquele que só ao luar descobre o seu caminho e que, como punição, apercebe a aurora antes dos outros."
P.S.: Espero que não ande aí a Judiciária da literatura Portuguesa ( eh eh ) para vir para aqui apontar erros e etc's coizos!
Uma boa noite a todos vós e a mim também, é claro!
21/03/2010
"- Escrever não é falar. - Não? Qual é a diferença? - É exactamente o oposto. Escrever é usar as palavras que se guardaram: se tu falares de mais, já não escreves, porque já não te resta nada para dizer. (...) E, escrevendo, poupei as coisas que gostaria de te ter dito e que gostaria que tivesses ouvido."
"Agora Que a chuva cai devagar Lá fora E a noite vem devorar O sol E tudo fica em silêncio Na rua E ao fundo Ouve-se o mar (...) Agora Talvez te possas perder Devora O que a saudade te der A vida Leva pra longe pedaços Do tempo Deixa o sabor de um regaço (...) Agora Que a água inunda os teus olhos E o mundo Já não te deixa parar No escuro Voltam as histórias perdidas Na alma Onde não podes tocar E ao fundo Ouve-se o mar."
Mafalda Veiga, "ouve-se o Mar"
( Quanto à música, sinceramente, não a acho nada de especial, mas a letra ... huff é qualquer coisinha meus amigos! )
Todos nos queixamos de estarmos "limitados" de tempo! Mas caso, façam uso da cabecinha, apercebem-se que,de facto, nós temos algum tempinho... no entanto, o tempo não "espera", quase sempre passa sem aviso. 20 dia,20 semanas,4 anos, 50 anos... O tempo é apenas tempo. É areia que nos foge das mãos, quando a tentamos agarrar. E apesar do que disse antes, a verdade é esta e só mesmo esta, não temos, de todo, muito tempo! Enquanto continuarmos a cometer a tolice de ir vivendo as nossas vidas como se vivêssemos para sempre, a nossa vida estará sempre às escuras, perdida , à espera de um acto de coragem que lhe dê cor e sentido. Ora eu sinto que estou a precisar disso... dar cor e sentido à minha vida!
Por vezes sentimos bem dentro de nós, que não estamos a agir da melhor forma, que nos estamos a “desleixar” de tudo o que nos rodeia.
Por vezes sentimos mesmo que devemos fazer qualquer coisa como plantar uma árvore, mesmo com a “tal” incerteza de que nem sempre poderemos comer os seus frutos, nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam.
Revolta-me o “dia de hoje”. Pois em toda a nossa volta a mentira é poderosa, e pobres daqueles que compreenderam a verdade tal e qual como ela é, e “amaram-na”, inocentes e inconscientes de tudo o que os rodeava... Pobres daqueles que procuraram e escavaram, inclusive desejaram a sorte para si mesmo e para os seus. Depois disso, limitaram-se a sofrer, e continuaram, calados com esse amor e com essa dor.
Quem vive para a família é habitado por ela e torna-se maior. Aliás faz o que nunca faria se vivesse para si mesmo. Foi isto que me ensinaram. Hum!?! Sinto que não tenho seguido estes ensinamentos. Tenho vivido para o NADA. Nem para mim mesmo eu vivo!
Quando perguntavam ao alpinista português João Garcia o porque dele desejar escalar o mais alto ponto dos Himalaias, ele respondeu: “ Porque ele está ali!”.Resposta simples hein? Pois eu cá interpreto de outra forma, para mim ele queria dizer com isso a naturalidade do encontro do homem com o seu sonho, com a sua tarefa, consigo mesmo o realizar de objectivos, etc.
É triste viver sem grandeza, como se vive hoje, como eu vivo hoje. É como estar longe de nós mesmos, é como termos perdido o nosso espírito nas grutas anteriormente percorridas. É ver apenas as sombras do mundo e da vida. É, de algum modo, não viver…
As coisas grandes são aquelas que o amor nos leva a fazer, e muitas vezes realizam-se por meio de pequenos gestos. Há muito que eu e muitos outros perdemos estes pequenos gestos, agora não passam de “pegadas perdidas na areia”. Fazem-se pisando os nossos apetites e gostos, abandonando o cómodo estojo no qual temos tendência a encerrar a nossa existência.
Num dia qualquer que irá chegar, como o de hoje, sabemos que teremos de partir, que termos de fazer da vida uma outra coisa… só isso, só mesmo isso, e partimos… Eu tenho que abrir os olhos e aperceber-me disso mesmo!!!
Continuando…
Deverá ser extremamente difícil subir ao ponto mais alto da montanha. Para isso deverá ser preciso trocar tudo o que até agora tínhamos pelo instante mágico de chegar ao cume da montanha. Ali tudo será radicalmente verdadeiro: não é possível fingir que se vai a caminho. Deixam-se as forças na íngreme escalada, rasga-se a pele nos rochedos, abandona-se o aconchego do calor do corpo ao vento e à neve e ao gelo. Caímos e apetece-nos ficar por ali. Por vezes não sabemos se conseguimos dar mais um passo. Mas temos que lá chegar! Eu quero ser assim!
Mas deve ser tão bonito! Tão único! Tão perfeito! Só ali se deve conseguir respirar verdadeiramente. Só ali se deverá ver todas as coisas com o seu verdadeiro relevo e com as suas cores verdadeiras. Só ali um homem se sentirá realmente “rico”!
Dizem que as amizades que se fazem na “montanha duram para sempre: nasceram da magra ração repartida debaixo das estrelas, de se apoiarem uns aos outros quando o que estava em jogo era a vida ou a morte, de cantarem juntos, das longas confidências testemunhadas apenas pelo vento.
Na “montanha” os amigos não são descartáveis companheiros de divertimento, como hoje em dia 90% deles são!
Não, não, não, na “montanha” eles precisam mesmo uns dos outros, fazem parte uns dos outros, uns são os outros.
Os que ficaram lá em baixo chamam-nos loucos. Encolhemos os ombros: esses queridos estão vivos, mas ainda estão mortos. Uma pessoa não vive quando vive apenas para si mesma, quando se acha que é a pessoa mais consciente, mais madura, mais realista. Eu cá acho que não se vive sem sal, sem risco, sem aventura, sem irrealismo, sem sonhos, sem vontades. Sabem acho que eles estão a precisar de uma inundação de alegria e de “irrealismo”.
E quanto a ti? Ora, eu quereria que partisses. Não necessariamente de um lugar para outro, não necessariamente para um lugar mau, pois não desejo isso a ninguém, mas sim, para fora de mim! Para onde tu mais quiseres, para onde também precisam de ti, para que talvez te possas encontrar e aperceber…
Tal como tu… eu talvez também precise de partir para um outro lugar, para um lugar onde precisem de mim, para um lugar onde talvez me possa encontrar…
…e aí realizar os meus sonhos “irrealistas”!!
"É erro vulgar confundir o desejar com o querer. O desejo mede os obstáculos; a vontade vence-os." Alexandre Herculano
Vá lá, que ao menos com este "temporal" posso-me ficar pelo quentinho da minha cama! Vamos lá ver se isto passa, para que possa ir à Serra! Um bom dia de trabalho/estudo para todos!
"Recomeça...se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcançares não descanses, de nenhum fruto queiras só metade."
Miguel Torga
P.S.: "Passa por cima que tu vês! Anda lá... passa!"
Entendam este post como uma espécie de aula de cabeleireiro!
Ora, na primeira fila podem ver os mais variados estilos de penteado usado pelo "magnífico" avançado do Sporting, Yannick Djaló!
O que lhe safa mesmo é a 4ª foto, na altura da guerra da guiné, onde ainda acertava com alguma coisa...
Na segunda fila podemos ver o penteado muito "fofo", diga-se, do defesa central da Instituição Sport Lucílio e Baptista, David Luiz! Como sou amigo, até vos deixo umas fotos que a mãe dele me arranjou, de um concurso lá no "Brasiu", onde ganhou o prémio de originalidade "canishiana".
Parabéns a eles!
P.S.: Imaginem esta personagem toda enterrada, até à zona onde tem a cordinha na cabeça! Não se poderia suspeitar de alguma espécie de vegetal, ou qualquer coisa do género? Parabéns a ele também! É um querido!
"Regressamos sempre aos velhos lugares aonde amámos a vida. E só então compreendemos que não voltarão jamais todas as coisas que nos foram queridas. O amor é simples, e o tempo devora as coisas simples."
José Eduardo Agualusa
"Nunca voltes ao lugar Onde já foste feliz Por muito que o coração diga Não faças o que ele diz
Nunca mais voltes à casa Onde ardeste de paixão Só encontrarás erva rasa Por entre as lajes do chão
Nada do que por lá vires Será como no passado Não queiras reacender Um lume já apagado
São as regras da sensatez Vais sair a dizer que desta é de vez
Por grande a tentação Que te crie a saudade Não mates a recordação Que lembra a felicidade
Nunca voltes ao lugar Onde o arco-íris se pôs Só encontrarás a cinza Que dá na garganta nós "
Retirado de um blog " Perfeito estranho"
... Porque gostei do poema e porque nem sempre conseguimos evitar "regressar", nem que seja mentalmente, ao passado!
Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor És tu quem quer Sou eu quem não quer ver que o tudo é tão maior Aqui está frio demais para apostar em mim.
Vê que a noite pode ser tão pouco como nós Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós És tu quem quer Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi Que aqui está frio demais para me sentir... mas queres ficar?
Queres levar Tudo o que é meu É tudo o que eu Não sei largar
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou! Vem que a água vai lavar o que me dói! Vem que nem o último a cair vai perder.
Nasceu hoje, com metade do peso ( no nascimento ) do tio, mas o estilo está lá!! ( lol ) :) :) ... e como eu estou feliz! Quando peguei pela primeira vez na menina vieram-me as lágrimas aos olhos, é tão, tão riquinha, tão fofa, tão pequenina e ao mesmo tempo tão frágil, "jasus"!
Chama-se Maria, o segundo nome não digo, porque não gosto! Mas lá está não sou eu que escolho! Pessoas sem gosto xD !
Tio babado, mais uma vez!!!!
P.S.: A lista de prendas no Natal vai ser de meter medo! Ai! Pobre de mim! :P
05/02/2010
"- Quem és tu? disse o principezinho. És bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Anda brincar comigo, propôs-lhe o principezinho. Estou tão triste...
- Não posso brincar contigo, disse a raposa. Ainda ninguém me cativou.
- Ah! perdão, disse o principezinho. Mas, depois de ter reflectido, acrescentou:
- Que significa “cativar”?
- Tu não deves ser daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os Homens, disse o principezinho. Que significa “cativar”?
- Os Homens, disse a raposa, têm espingardas e caçam. É uma maçada! Também criam galinhas. É o único interesse que lhes acho. Andas à procura de galinhas?
- Não, disse o principezinho. Ando à procura de amigos. Que significa “cativar”?
- É uma coisa de que toda a gente se esqueceu, disse a raposa. Significa “criar laços”...
- Criar laços?
- Isso mesmo, disse a raposa. Para mim, não passas, por enquanto, de um rapazinho em tudo igual a cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. Para ti, não passo de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Serás para mim único no Mundo. Serei única no Mundo para ti.(...)
Mas voltou à mesma ideia:
- Levo uma vida monótona. Eu caço galinhas e os Homens caçam-me a mim. Todas as galinhas são iguais e todos os Homens são iguais. Por isso me aborreço um pouco. Mas, se tu me cativares, será como se o Sol iluminasse a minha vida. Distinguirei de todos os passos, um novo ruído de passos. Os outros passos fazem-me esconder debaixo da terra. Os teus hão-de atrair-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Vês lá adiante os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me dizem nada. E é triste. Mas os teus cabelos são cor de oiro. Por isso, quando me tiveres cativado, vai ser maravilhoso. Como o trigo é doirado, fará lembrar-me de ti. E hei-de amar o barulho do vento através do trigo...
A raposa calou-se e olhou por muito tempo para o principezinho.
- Cativa-me, por favor, disse ela.
- Tenho muito gosto, respondeu o principezinho, mas falta-me tempo. Preciso de descobrir amigos e conhecer outras coisas.
- Só se conhecem as coisas que se cativam, disse a raposa. Os Homens já não têm tempo para tomar conhecimento de nada. Compram coisas feitas aos mercadores. Mas como não existem mercadores de amigos, os Homens já não têm amigos. Se queres um amigo, cativa-me.
- Como é que hei-de fazer? disse o principezinho.
- Tens de ter muita paciência, respondeu a raposa. Primeiro, sentas-te um pouco afastado de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo rabinho do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, de dia para dia, podes sentar-te cada vez mais perto...(...)
- Vou dizer-te o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
I don't know you But I want you All the more for that Words fall through me And always fool me And I can't react And games that never amount To more than they're meant Will play themselves out
Take this sinking boat and point it home We've still got time Raise your hopeful voice you have a choice You'll make it now
Falling slowly, eyes that know me And I can't go back Moods that take me and erase me And I'm painted black You have suffered enough And warred with yourself It's time that you won
Take this sinking boat and point it home We've still got time Raise your hopeful voice you had a choice You've made it now Falling slowly sing your melody I'll sing along...
"É proibido chorar sem aprender, Levantar-se um dia sem saber o que fazer Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas Não lutar pelo que se quer, Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade. É proibido não demonstrar amor Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor. É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos Chamá-los somente quando necessita deles. É proibido não ser você mesmo diante das pessoas, Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você, Esquecer aqueles que gostam de você. É proibido não fazer as coisas por si mesmo, Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos, Não viver cada dia como se fosse um último suspiro. É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram, Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente. É proibido não tentar compreender as pessoas, Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte. É proibido não criar sua história, Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você, Não compreender que o que a vida te dá, também te tira. É proibido não buscar a felicidade, Não viver sua vida com uma atitude positiva, Não pensar que podemos ser melhores, Não sentir que sem você este mundo não seria igual."
Note-se ( nestas capas ), a enorme preocupação do "jornal" A'Bola em colocar o Porto na primeira página! Surpresa hein? Pois, não se trata de uma Liga dos Campeões ou de uma Taça Intercontinental, ou mesmo de "mais um" campeonato ganho pelo FCP!
Note-se a forma como "eles" se referem aos acontecimentos no tunel da Luz como "CHOCANTE"!!! Deveras chocante! Chocante é o tipo de jornalismo que vocês praticam, meus caros!
Fiquei surpreso pela imparcialidade do jornal Record, vá lá, parece que "ouviram" as minhas criticas!
Em relação ao jornal O'Jogo, continua a fazer um grande trabalho. Apenas se limita a desmentir, as agressões de Helton, Fucile e Rodriguez que A'Bola afirma de forma categórica!Algo que nem eu, depois de ver o vídeo 5 vezes, consigo confirmar.
O jornalismo em Portugal está a degradar-se à velocidade da Luz! Nova gente precisa-se!
Já agora um conselho para o Jornal A'Bola... façam uma capa, um dia destes, com aquela agressão chocante do Luisão no jogo contra o Nacional! Façam uma capa da dualidade de critérios na avaliação da simulação do Lisandro e do Aimar! Vejam: