Cansado, mas com toda a força de vontade de enfrentar este mundo, sempre com aqueles sonhos que me acompanham e aquele espirito de aventura que tanto me caracteriza!
Vamos lá puto!
Só uma musiquinha:
15/02/2012
10/02/2012
08/02/2012
04/02/2012
03/02/2012
Zenbu
Num piscar de olhos,
Sumis-te.
Num piscar de olhos,
Consumi-me.
Decifrando coisas.
Tentando entender o medo e a coragem,
Entender aquilo que nos empurra para fazer estes actos.
Na verdade,
A vida gira em falso em demasiadas situaçoes,
o entender da coisa. . . utopia
O equilibrio . . . foi-se,
e caimos.
Levantamo-nos!
Uns conseguem seguir em frente!
Outros sao fracos, e muitos vao sem alma e coraçao!
Outros... nem seguem em frente, nem vao a lado nenhum,
esses dependem de alguem. . .
alguem que confia nele,
que nao desiste . . .
Uma âncora, um apoio. . . um colo.
Sumis-te.
Num piscar de olhos,
Consumi-me.
Decifrando coisas.
Tentando entender o medo e a coragem,
Entender aquilo que nos empurra para fazer estes actos.
Na verdade,
A vida gira em falso em demasiadas situaçoes,
o entender da coisa. . . utopia
O equilibrio . . . foi-se,
e caimos.
Levantamo-nos!
Uns conseguem seguir em frente!
Outros sao fracos, e muitos vao sem alma e coraçao!
Outros... nem seguem em frente, nem vao a lado nenhum,
esses dependem de alguem. . .
alguem que confia nele,
que nao desiste . . .
Uma âncora, um apoio. . . um colo.
01/02/2012
Sentido
Disfarço-me com palavras NEGRAS
quando sinto DOR.Disfarço-me com DESEJOS improváveis,
quando me sinto SÓ.
Hoje essas palavras e sonhos estão COBERTOS,
por um SILÊNCIO que latejam,
murmúrios de um sonho NUNCA realizado,
esse silêncio,
Silêncio de SUICIDA,
de ALMA empobrecida
de palavra sem CRENÇA,
sem crença,
de AMOR e VIDA.
28/01/2012
26/01/2012
The End
. . . e termina assim mais um capítulo.
Quando o vento parar, a chuva fugir, e o sol nascer, acordem-me.
Quando o vento parar, a chuva fugir, e o sol nascer, acordem-me.
24/01/2012
A História
Chamava-se Amelie. Nasceu e cresceu num desses campos feitos exclusivamente para isso. Não sabia do mundo lá fora. E assim como ousou ter um nome, também foi suficientemente rebelde para cultivar o sonho de um amor.
Amava o Jean.
Conheceram-se, é verdade, pela conveniência de ter amigos em comum, passados recentes, ali naquela prisão, da qual não conseguem fugir, nem mesmo sair do lugar. Então, aos poucos um gostou do outro – talvez ele primeiro, pela vivacidade com que vivia os momentos.
Olhares trocados, tentativas falhadas, lamentos às almofadas, enfim, uma imensidão de emoções. O único objectivo era – apaixonar-se de verdade.
Os poucos meses de amizade colorida de Amelie e Jean passaram-se com saídas comprometedoras, conversas interessantes e intermináveis e sempre presente aquele brilho nos olhos de Jean. Crescia.
O tempo foi passando e os obstáculos nem sempre ultrapassados da melhor forma, chegando-se a magoar mutuamente. Mas lá no fundinho, eles sabiam, e bem, o quanto se encantavam, o quanto se desejavam.
A relação amorosa lá ganhava contornos “oficiais”, sempre com um pé atrás de ambas as partes.
Ele sempre com aquele ar seguro, orgulhoso, matador, ambicioso.
Ela sempre com aquele ar de refilona, menina de jardim, inteligente. . .
( . . . ) – Passaram-se anos – ( . . . )
A relação mantinha-se de tronco bem assente.
Ela já o conhecia como ninguém, ele continuava a tentar mostrar que aquele primeiro ar de segurança, confiança, poder, era de facto algo dele.
Porém Jean, não tinha nada disso, excepto a ambição, não tinha qualquer tipo de orgulho, era até bastante fraco e sensível.
Fraqueza essa que foi determinante. A relação foi-se destruindo, sem que Jean fizesse algo para mudar.
Os ventos foram correndo em direcção oposta, os nomes já não se encontravam.
Estavam sentados num banco em pólos opostos. Nada os tirava dali, nem afastava, nem aproximava.
Até que o inevitável aconteceu. Os dois foram levados dali, já mortos, para saciar a fome de uma alma insaciável. E era a fome no seu sentido mais primitivo: seriam devorados, engolidos, digeridos.
Na sua cabeça e na sua infinita desfaçatez, o destino nem sequer permitiu que os dois terminassem juntos. Ela tornou-se parte de um passado e ele merda que cola nos sapatos. E nem deixou com que Amelie chegasse a perceber quando é que foi que a “espera no banco” lhes tirou a vida.
Amelie, horas antes desse final, ainda fazia alguns planos românticos, supondo a hipótese de visitar o mundo e semear o amor “pralém fronteiras”. Jean, sempre frio e fechado, embora ouvisse sua amada com carinho, preferia pensar em outros mundos. Estavam ali sentados para evitar a morte dos dois,inocentes, servindo de comida aos que não queriam magoar outros seres.
Ela, é claro, nunca entendeu nada disso e se recusava a aceitar a história, mas sabia do destino inevitável. Como seria possível acabar com o amor e, mais ainda, a vida de dois seres sob o pretexto de Jean ser fraco? Não haveria qualquer hipótese e nem faria qualquer sentido. . . Mas não havia meio de reagir.
O problema, talvez, estava no facto de que Amelie não se tivesse apercebido, e que Jean já à muito tinha soltado o corpo naquele banco e voado para outras paradas, sem ter sequer o discernimento de lhe proferir uma única palavra de respeito/consolo.
Se ela soubesse disso, teria reagido e se calhar até ter mudado o rumo dos acontecimentos, mas não ela sentia que algo podia ser diferente.
Jean não sentiu isso e seguiu adiante. Ela, ao contrário, sentia em demasia e jamais viu necessidade de parar por aí. Arriscava-se numa paixão supostamente avassaladora. Ela, queria amor . . . E ela amou-o até o fim. . .
( . . . Mas penso que é bom deixar claro: as pessoas no geral juntam-se não tanto porque se gostam no sentido honesto da “coisa”, mas porque precisam da certeza de que os outros gostam de si. Antes do amor pelo parceiro, há que se ter a garantia de um sentimento vindo de lá para cá. Não penso que foi isto que deu origem ao relacionamento, mas penso que foi isto que poderá ter deixado aqueles dois corpos apodrecerem-se no banco. )
Foi então assim: Jean atrás da rapariga que retribuísse o amor à primeira vista jurado a cada noite de bebedeira. Amelie, envolvida em paixões eternas e perfeitas, passando os dias a sonhar com amores infinitos, mas sem qualquer duração.
Ele não respeitou, não foi homem, não foi corajoso, não foi forte, não foi sequer seguro, muito menos ambicioso. Ele foi tudo aquilo que nunca mostrou, mas é isso que o vai acompanhar para o resto das suas vidas e que o vai caracterizar como pessoa. “ Aquele que fugiu com o rabo entre as pernas, enganando tudo e todos em busca de um vale encantado!”
Para além disso, Jean não sabia, nem ninguém sabe o que é amor porque, antes de se conseguir uma definição do sentimento, a relação já se transforma em amizade ou qualquer tipo de convívio suportável entre duas pessoas. Ou . . . meramente acaba.
Ponto final.
Amava o Jean.
Conheceram-se, é verdade, pela conveniência de ter amigos em comum, passados recentes, ali naquela prisão, da qual não conseguem fugir, nem mesmo sair do lugar. Então, aos poucos um gostou do outro – talvez ele primeiro, pela vivacidade com que vivia os momentos.
Olhares trocados, tentativas falhadas, lamentos às almofadas, enfim, uma imensidão de emoções. O único objectivo era – apaixonar-se de verdade.
Os poucos meses de amizade colorida de Amelie e Jean passaram-se com saídas comprometedoras, conversas interessantes e intermináveis e sempre presente aquele brilho nos olhos de Jean. Crescia.
O tempo foi passando e os obstáculos nem sempre ultrapassados da melhor forma, chegando-se a magoar mutuamente. Mas lá no fundinho, eles sabiam, e bem, o quanto se encantavam, o quanto se desejavam.
A relação amorosa lá ganhava contornos “oficiais”, sempre com um pé atrás de ambas as partes.
Ele sempre com aquele ar seguro, orgulhoso, matador, ambicioso.
Ela sempre com aquele ar de refilona, menina de jardim, inteligente. . .
( . . . ) – Passaram-se anos – ( . . . )
A relação mantinha-se de tronco bem assente.
Ela já o conhecia como ninguém, ele continuava a tentar mostrar que aquele primeiro ar de segurança, confiança, poder, era de facto algo dele.
Porém Jean, não tinha nada disso, excepto a ambição, não tinha qualquer tipo de orgulho, era até bastante fraco e sensível.
Fraqueza essa que foi determinante. A relação foi-se destruindo, sem que Jean fizesse algo para mudar.
Os ventos foram correndo em direcção oposta, os nomes já não se encontravam.
Estavam sentados num banco em pólos opostos. Nada os tirava dali, nem afastava, nem aproximava.
Até que o inevitável aconteceu. Os dois foram levados dali, já mortos, para saciar a fome de uma alma insaciável. E era a fome no seu sentido mais primitivo: seriam devorados, engolidos, digeridos.
Na sua cabeça e na sua infinita desfaçatez, o destino nem sequer permitiu que os dois terminassem juntos. Ela tornou-se parte de um passado e ele merda que cola nos sapatos. E nem deixou com que Amelie chegasse a perceber quando é que foi que a “espera no banco” lhes tirou a vida.
Amelie, horas antes desse final, ainda fazia alguns planos românticos, supondo a hipótese de visitar o mundo e semear o amor “pralém fronteiras”. Jean, sempre frio e fechado, embora ouvisse sua amada com carinho, preferia pensar em outros mundos. Estavam ali sentados para evitar a morte dos dois,inocentes, servindo de comida aos que não queriam magoar outros seres.
Ela, é claro, nunca entendeu nada disso e se recusava a aceitar a história, mas sabia do destino inevitável. Como seria possível acabar com o amor e, mais ainda, a vida de dois seres sob o pretexto de Jean ser fraco? Não haveria qualquer hipótese e nem faria qualquer sentido. . . Mas não havia meio de reagir.
O problema, talvez, estava no facto de que Amelie não se tivesse apercebido, e que Jean já à muito tinha soltado o corpo naquele banco e voado para outras paradas, sem ter sequer o discernimento de lhe proferir uma única palavra de respeito/consolo.
Se ela soubesse disso, teria reagido e se calhar até ter mudado o rumo dos acontecimentos, mas não ela sentia que algo podia ser diferente.
Jean não sentiu isso e seguiu adiante. Ela, ao contrário, sentia em demasia e jamais viu necessidade de parar por aí. Arriscava-se numa paixão supostamente avassaladora. Ela, queria amor . . . E ela amou-o até o fim. . .
( . . . Mas penso que é bom deixar claro: as pessoas no geral juntam-se não tanto porque se gostam no sentido honesto da “coisa”, mas porque precisam da certeza de que os outros gostam de si. Antes do amor pelo parceiro, há que se ter a garantia de um sentimento vindo de lá para cá. Não penso que foi isto que deu origem ao relacionamento, mas penso que foi isto que poderá ter deixado aqueles dois corpos apodrecerem-se no banco. )
Foi então assim: Jean atrás da rapariga que retribuísse o amor à primeira vista jurado a cada noite de bebedeira. Amelie, envolvida em paixões eternas e perfeitas, passando os dias a sonhar com amores infinitos, mas sem qualquer duração.
Ele não respeitou, não foi homem, não foi corajoso, não foi forte, não foi sequer seguro, muito menos ambicioso. Ele foi tudo aquilo que nunca mostrou, mas é isso que o vai acompanhar para o resto das suas vidas e que o vai caracterizar como pessoa. “ Aquele que fugiu com o rabo entre as pernas, enganando tudo e todos em busca de um vale encantado!”
Para além disso, Jean não sabia, nem ninguém sabe o que é amor porque, antes de se conseguir uma definição do sentimento, a relação já se transforma em amizade ou qualquer tipo de convívio suportável entre duas pessoas. Ou . . . meramente acaba.
Ponto final.
22/01/2012
Este peso consciente, horrível e lento
Atrás de cada palavra, fica escondido.
Traem-te.
A distância dos caminhos, a escolha destes,
Traem-te.
A distância dos caminhos, a escolha destes,
Rasga o coração.
Foste.
Nesta altura, não sei onde me encontro.
Aliás, não sei de muitas mais coisas,
Foste.
Nesta altura, não sei onde me encontro.
Aliás, não sei de muitas mais coisas,
Às quais esperava ter resposta.
Não sei como dizer que as minhas ideias te traem
Não sei como dizer que as minhas ideias te traem
Não sei como dizer que a minha voz te procurou,
Mas dentro de mim,
Eu encontro-te e com um único propósito,
Perder-te mais uma vez.
Porque quis?
20/01/2012
09/01/2012
08/01/2012
Missing and Losing
Não vou desistir de ti, mas também não vou obrigar-te a ficar. Se os nossos caminhos forem diferentes, e promete-me que nos encontraremos no final, e ficaremos juntos para sempre... E por favor não te esqueças de mim! Não te esqueças de nós! Não te esqueças de nada! ... Porque ouvi falar que tudo o que é verdadeiro, é inesquecível!"
Escrito por: Lootus
25/12/2011
06:30 e 4/5.7 gordon's london 37.5 de acidez e o caralho
Se vejo o amanhecer é porque algo está estranho caramba.
O povo já todo dorme, e a puta da memória tende a vir para cima da mesa.
Não há cá bolo rei ou pão de ló que me impeça. Pressão.
Nãaaaa, não é só pressão porra, esta merda é também a maior prova de que toda a sobriedade do mundo é desnecessária para quem tanto se quer expressar.
Vai esvaziar ao caralho Gin.
Vamos ser honestos e vamos conversar ok?
Querido Gin, só tu e eu, eu e tu, vamos lá falar de memórias.
Olha lá tu...
Lembras-te das minhas certezas, que não eram mais que dúvidas?
Lembras-te de como as coisas começaram a mudar?
Lembras-te da minha indiferença?
Lembras-te de como te fazia sentir?
Lembras-te de como eu falei contigo?
Lembras-te das tuas lágrimas?
Lembras-te da minha frieza?
Lembras-te dos nossos reencontros?
Lembras-te de como era difícil?
Lembras-te de como não resistíamos?
Lembras-te da passagem de ano?
Lembras-te das semanas de silêncio?
Lembras-te daquela tarde solarenga passada junto à foz do rio, onde eu me deitava no teu colo e conversávamos sobre os nossos sonhos?
Lembras-te de nos descalçarmos e corrermos pela areia feitos tolos?
Lembras-te como estavamos felizes?
Sabes Gin... foi um dos dias mais felizes da minha vida.
Nós éramos felizes e não sabíamos. Mas isso tudo é natural. Nunca iremos saber que somos felizes enquanto o somos. Vamos sempre esperar a felicidade bater a puta da bota para sentirmos a sua falta. Olha tal como eu faço contigo Gin.
(Bendito tempo em que as máquinas de escrever eram proliferadas c).
Se alguém me vier perguntar qual o tempo em que fui mais feliz, eu não teria tento na lingua em o mandar para a puta que o pariu e para se meter na sua vida, antes que lhe enfie um ramo de eucalipto pelo cu a cima.
Ninguém jamais vai saber!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11
Os homens actuais, aqueles do presente apareceram e o futuro morreu paa sempre.
O povo já todo dorme, e a puta da memória tende a vir para cima da mesa.
Não há cá bolo rei ou pão de ló que me impeça. Pressão.
Nãaaaa, não é só pressão porra, esta merda é também a maior prova de que toda a sobriedade do mundo é desnecessária para quem tanto se quer expressar.
Vai esvaziar ao caralho Gin.
Vamos ser honestos e vamos conversar ok?
Querido Gin, só tu e eu, eu e tu, vamos lá falar de memórias.
Olha lá tu...
Lembras-te das minhas certezas, que não eram mais que dúvidas?
Lembras-te de como as coisas começaram a mudar?
Lembras-te da minha indiferença?
Lembras-te de como te fazia sentir?
Lembras-te de como eu falei contigo?
Lembras-te das tuas lágrimas?
Lembras-te da minha frieza?
Lembras-te dos nossos reencontros?
Lembras-te de como era difícil?
Lembras-te de como não resistíamos?
Lembras-te da passagem de ano?
Lembras-te das semanas de silêncio?
Lembras-te daquela tarde solarenga passada junto à foz do rio, onde eu me deitava no teu colo e conversávamos sobre os nossos sonhos?
Lembras-te de nos descalçarmos e corrermos pela areia feitos tolos?
Lembras-te como estavamos felizes?
Sabes Gin... foi um dos dias mais felizes da minha vida.
Nós éramos felizes e não sabíamos. Mas isso tudo é natural. Nunca iremos saber que somos felizes enquanto o somos. Vamos sempre esperar a felicidade bater a puta da bota para sentirmos a sua falta. Olha tal como eu faço contigo Gin.
(Bendito tempo em que as máquinas de escrever eram proliferadas c).
Se alguém me vier perguntar qual o tempo em que fui mais feliz, eu não teria tento na lingua em o mandar para a puta que o pariu e para se meter na sua vida, antes que lhe enfie um ramo de eucalipto pelo cu a cima.
Ninguém jamais vai saber!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11
Os homens actuais, aqueles do presente apareceram e o futuro morreu paa sempre.
Olha Gin, Adeus. Faz um favor aqui ao calimero e morre( agora lembra-te de respirar caralhos te fodam) de vontade de ser feliz.
Acabouy é o fim do mundo .
23/12/2011
Caio Fernando Abreu
Dois livros, 3 dias. Acho que consumi isto literalmente, como quem consome droga.
"É, eu confesso que não é exactamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, de um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou UTOPIA!"
22/12/2011
21/12/2011
Dezembro 2010
"A gente vai continuar, enquanto houver estrada pra andar, enquanto houver ventos e mar... A gente não vai parar!"
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