Todos nos queixamos de estarmos "limitados" de tempo! Mas caso, façam uso da cabecinha, apercebem-se que,de facto, nós temos algum tempinho... no entanto, o tempo não "espera", quase sempre passa sem aviso. 20 dia,20 semanas,4 anos, 50 anos... O tempo é apenas tempo. É areia que nos foge das mãos, quando a tentamos agarrar. E apesar do que disse antes, a verdade é esta e só mesmo esta, não temos, de todo, muito tempo! Enquanto continuarmos a cometer a tolice de ir vivendo as nossas vidas como se vivêssemos para sempre, a nossa vida estará sempre às escuras, perdida , à espera de um acto de coragem que lhe dê cor e sentido. Ora eu sinto que estou a precisar disso... dar cor e sentido à minha vida!
Por vezes sentimos bem dentro de nós, que não estamos a agir da melhor forma, que nos estamos a “desleixar” de tudo o que nos rodeia.
Por vezes sentimos mesmo que devemos fazer qualquer coisa como plantar uma árvore, mesmo com a “tal” incerteza de que nem sempre poderemos comer os seus frutos, nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam.
Revolta-me o “dia de hoje”. Pois em toda a nossa volta a mentira é poderosa, e pobres daqueles que compreenderam a verdade tal e qual como ela é, e “amaram-na”, inocentes e inconscientes de tudo o que os rodeava... Pobres daqueles que procuraram e escavaram, inclusive desejaram a sorte para si mesmo e para os seus. Depois disso, limitaram-se a sofrer, e continuaram, calados com esse amor e com essa dor.
Quem vive para a família é habitado por ela e torna-se maior. Aliás faz o que nunca faria se vivesse para si mesmo. Foi isto que me ensinaram. Hum!?! Sinto que não tenho seguido estes ensinamentos. Tenho vivido para o NADA. Nem para mim mesmo eu vivo!
Quando perguntavam ao alpinista português João Garcia o porque dele desejar escalar o mais alto ponto dos Himalaias, ele respondeu: “ Porque ele está ali!”.Resposta simples hein? Pois eu cá interpreto de outra forma, para mim ele queria dizer com isso a naturalidade do encontro do homem com o seu sonho, com a sua tarefa, consigo mesmo o realizar de objectivos, etc.
É triste viver sem grandeza, como se vive hoje, como eu vivo hoje. É como estar longe de nós mesmos, é como termos perdido o nosso espírito nas grutas anteriormente percorridas. É ver apenas as sombras do mundo e da vida. É, de algum modo, não viver…
As coisas grandes são aquelas que o amor nos leva a fazer, e muitas vezes realizam-se por meio de pequenos gestos. Há muito que eu e muitos outros perdemos estes pequenos gestos, agora não passam de “pegadas perdidas na areia”. Fazem-se pisando os nossos apetites e gostos, abandonando o cómodo estojo no qual temos tendência a encerrar a nossa existência.
Num dia qualquer que irá chegar, como o de hoje, sabemos que teremos de partir, que termos de fazer da vida uma outra coisa… só isso, só mesmo isso, e partimos… Eu tenho que abrir os olhos e aperceber-me disso mesmo!!!
Continuando…
Deverá ser extremamente difícil subir ao ponto mais alto da montanha. Para isso deverá ser preciso trocar tudo o que até agora tínhamos pelo instante mágico de chegar ao cume da montanha. Ali tudo será radicalmente verdadeiro: não é possível fingir que se vai a caminho. Deixam-se as forças na íngreme escalada, rasga-se a pele nos rochedos, abandona-se o aconchego do calor do corpo ao vento e à neve e ao gelo. Caímos e apetece-nos ficar por ali. Por vezes não sabemos se conseguimos dar mais um passo. Mas temos que lá chegar! Eu quero ser assim!
Mas deve ser tão bonito! Tão único! Tão perfeito! Só ali se deve conseguir respirar verdadeiramente. Só ali se deverá ver todas as coisas com o seu verdadeiro relevo e com as suas cores verdadeiras. Só ali um homem se sentirá realmente “rico”!
Dizem que as amizades que se fazem na “montanha duram para sempre: nasceram da magra ração repartida debaixo das estrelas, de se apoiarem uns aos outros quando o que estava em jogo era a vida ou a morte, de cantarem juntos, das longas confidências testemunhadas apenas pelo vento.
Na “montanha” os amigos não são descartáveis companheiros de divertimento, como hoje em dia 90% deles são!
Não, não, não, na “montanha” eles precisam mesmo uns dos outros, fazem parte uns dos outros, uns são os outros.
Os que ficaram lá em baixo chamam-nos loucos. Encolhemos os ombros: esses queridos estão vivos, mas ainda estão mortos. Uma pessoa não vive quando vive apenas para si mesma, quando se acha que é a pessoa mais consciente, mais madura, mais realista. Eu cá acho que não se vive sem sal, sem risco, sem aventura, sem irrealismo, sem sonhos, sem vontades. Sabem acho que eles estão a precisar de uma inundação de alegria e de “irrealismo”.
E quanto a ti? Ora, eu quereria que partisses. Não necessariamente de um lugar para outro, não necessariamente para um lugar mau, pois não desejo isso a ninguém, mas sim, para fora de mim! Para onde tu mais quiseres, para onde também precisam de ti, para que talvez te possas encontrar e aperceber…
Tal como tu… eu talvez também precise de partir para um outro lugar, para um lugar onde precisem de mim, para um lugar onde talvez me possa encontrar…
…e aí realizar os meus sonhos “irrealistas”!!
"É erro vulgar confundir o desejar com o querer. O desejo mede os obstáculos; a vontade vence-os." Alexandre Herculano
Vá lá, que ao menos com este "temporal" posso-me ficar pelo quentinho da minha cama! Vamos lá ver se isto passa, para que possa ir à Serra! Um bom dia de trabalho/estudo para todos!
"Recomeça...se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcançares não descanses, de nenhum fruto queiras só metade."
Miguel Torga
P.S.: "Passa por cima que tu vês! Anda lá... passa!"
Entendam este post como uma espécie de aula de cabeleireiro!
Ora, na primeira fila podem ver os mais variados estilos de penteado usado pelo "magnífico" avançado do Sporting, Yannick Djaló!
O que lhe safa mesmo é a 4ª foto, na altura da guerra da guiné, onde ainda acertava com alguma coisa...
Na segunda fila podemos ver o penteado muito "fofo", diga-se, do defesa central da Instituição Sport Lucílio e Baptista, David Luiz! Como sou amigo, até vos deixo umas fotos que a mãe dele me arranjou, de um concurso lá no "Brasiu", onde ganhou o prémio de originalidade "canishiana".
Parabéns a eles!
P.S.: Imaginem esta personagem toda enterrada, até à zona onde tem a cordinha na cabeça! Não se poderia suspeitar de alguma espécie de vegetal, ou qualquer coisa do género? Parabéns a ele também! É um querido!
"Regressamos sempre aos velhos lugares aonde amámos a vida. E só então compreendemos que não voltarão jamais todas as coisas que nos foram queridas. O amor é simples, e o tempo devora as coisas simples."
José Eduardo Agualusa
"Nunca voltes ao lugar Onde já foste feliz Por muito que o coração diga Não faças o que ele diz
Nunca mais voltes à casa Onde ardeste de paixão Só encontrarás erva rasa Por entre as lajes do chão
Nada do que por lá vires Será como no passado Não queiras reacender Um lume já apagado
São as regras da sensatez Vais sair a dizer que desta é de vez
Por grande a tentação Que te crie a saudade Não mates a recordação Que lembra a felicidade
Nunca voltes ao lugar Onde o arco-íris se pôs Só encontrarás a cinza Que dá na garganta nós "
Retirado de um blog " Perfeito estranho"
... Porque gostei do poema e porque nem sempre conseguimos evitar "regressar", nem que seja mentalmente, ao passado!
Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor És tu quem quer Sou eu quem não quer ver que o tudo é tão maior Aqui está frio demais para apostar em mim.
Vê que a noite pode ser tão pouco como nós Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós És tu quem quer Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi Que aqui está frio demais para me sentir... mas queres ficar?
Queres levar Tudo o que é meu É tudo o que eu Não sei largar
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou! Vem que a água vai lavar o que me dói! Vem que nem o último a cair vai perder.
Nasceu hoje, com metade do peso ( no nascimento ) do tio, mas o estilo está lá!! ( lol ) :) :) ... e como eu estou feliz! Quando peguei pela primeira vez na menina vieram-me as lágrimas aos olhos, é tão, tão riquinha, tão fofa, tão pequenina e ao mesmo tempo tão frágil, "jasus"!
Chama-se Maria, o segundo nome não digo, porque não gosto! Mas lá está não sou eu que escolho! Pessoas sem gosto xD !
Tio babado, mais uma vez!!!!
P.S.: A lista de prendas no Natal vai ser de meter medo! Ai! Pobre de mim! :P
05/02/2010
"- Quem és tu? disse o principezinho. És bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Anda brincar comigo, propôs-lhe o principezinho. Estou tão triste...
- Não posso brincar contigo, disse a raposa. Ainda ninguém me cativou.
- Ah! perdão, disse o principezinho. Mas, depois de ter reflectido, acrescentou:
- Que significa “cativar”?
- Tu não deves ser daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os Homens, disse o principezinho. Que significa “cativar”?
- Os Homens, disse a raposa, têm espingardas e caçam. É uma maçada! Também criam galinhas. É o único interesse que lhes acho. Andas à procura de galinhas?
- Não, disse o principezinho. Ando à procura de amigos. Que significa “cativar”?
- É uma coisa de que toda a gente se esqueceu, disse a raposa. Significa “criar laços”...
- Criar laços?
- Isso mesmo, disse a raposa. Para mim, não passas, por enquanto, de um rapazinho em tudo igual a cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. Para ti, não passo de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se me cativares, precisaremos um do outro. Serás para mim único no Mundo. Serei única no Mundo para ti.(...)
Mas voltou à mesma ideia:
- Levo uma vida monótona. Eu caço galinhas e os Homens caçam-me a mim. Todas as galinhas são iguais e todos os Homens são iguais. Por isso me aborreço um pouco. Mas, se tu me cativares, será como se o Sol iluminasse a minha vida. Distinguirei de todos os passos, um novo ruído de passos. Os outros passos fazem-me esconder debaixo da terra. Os teus hão-de atrair-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Vês lá adiante os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me dizem nada. E é triste. Mas os teus cabelos são cor de oiro. Por isso, quando me tiveres cativado, vai ser maravilhoso. Como o trigo é doirado, fará lembrar-me de ti. E hei-de amar o barulho do vento através do trigo...
A raposa calou-se e olhou por muito tempo para o principezinho.
- Cativa-me, por favor, disse ela.
- Tenho muito gosto, respondeu o principezinho, mas falta-me tempo. Preciso de descobrir amigos e conhecer outras coisas.
- Só se conhecem as coisas que se cativam, disse a raposa. Os Homens já não têm tempo para tomar conhecimento de nada. Compram coisas feitas aos mercadores. Mas como não existem mercadores de amigos, os Homens já não têm amigos. Se queres um amigo, cativa-me.
- Como é que hei-de fazer? disse o principezinho.
- Tens de ter muita paciência, respondeu a raposa. Primeiro, sentas-te um pouco afastado de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo rabinho do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, de dia para dia, podes sentar-te cada vez mais perto...(...)
- Vou dizer-te o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
I don't know you But I want you All the more for that Words fall through me And always fool me And I can't react And games that never amount To more than they're meant Will play themselves out
Take this sinking boat and point it home We've still got time Raise your hopeful voice you have a choice You'll make it now
Falling slowly, eyes that know me And I can't go back Moods that take me and erase me And I'm painted black You have suffered enough And warred with yourself It's time that you won
Take this sinking boat and point it home We've still got time Raise your hopeful voice you had a choice You've made it now Falling slowly sing your melody I'll sing along...
"É proibido chorar sem aprender, Levantar-se um dia sem saber o que fazer Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas Não lutar pelo que se quer, Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade. É proibido não demonstrar amor Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor. É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos Chamá-los somente quando necessita deles. É proibido não ser você mesmo diante das pessoas, Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você, Esquecer aqueles que gostam de você. É proibido não fazer as coisas por si mesmo, Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos, Não viver cada dia como se fosse um último suspiro. É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram, Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente. É proibido não tentar compreender as pessoas, Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte. É proibido não criar sua história, Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você, Não compreender que o que a vida te dá, também te tira. É proibido não buscar a felicidade, Não viver sua vida com uma atitude positiva, Não pensar que podemos ser melhores, Não sentir que sem você este mundo não seria igual."
Note-se ( nestas capas ), a enorme preocupação do "jornal" A'Bola em colocar o Porto na primeira página! Surpresa hein? Pois, não se trata de uma Liga dos Campeões ou de uma Taça Intercontinental, ou mesmo de "mais um" campeonato ganho pelo FCP!
Note-se a forma como "eles" se referem aos acontecimentos no tunel da Luz como "CHOCANTE"!!! Deveras chocante! Chocante é o tipo de jornalismo que vocês praticam, meus caros!
Fiquei surpreso pela imparcialidade do jornal Record, vá lá, parece que "ouviram" as minhas criticas!
Em relação ao jornal O'Jogo, continua a fazer um grande trabalho. Apenas se limita a desmentir, as agressões de Helton, Fucile e Rodriguez que A'Bola afirma de forma categórica!Algo que nem eu, depois de ver o vídeo 5 vezes, consigo confirmar.
O jornalismo em Portugal está a degradar-se à velocidade da Luz! Nova gente precisa-se!
Já agora um conselho para o Jornal A'Bola... façam uma capa, um dia destes, com aquela agressão chocante do Luisão no jogo contra o Nacional! Façam uma capa da dualidade de critérios na avaliação da simulação do Lisandro e do Aimar! Vejam:
"O coração não escolhe… nem eu te escolhi a ti, apenas calhou. E não te preocupes, bem sei que o coração não escolhe… tu também não me escolheste, apenas porque não calhou…"
Esta época de exames dá cabo de qualquer um, e eu não fujo à regra...O pior é quando há um acumular de "obstáculos/problemas".
Ora estava aqui de volta dos meus "papeis", quando me concentrei na música que tocava no meu player do computador... Sendo que neste momento para mim , ouvir música = viajar, reflectir... surgiu uma vontade enorme de te escrever... acho que precisava mesmo de te escrever... de te dizer tantas coisas que depois se entalam na garganta. Eu esqueço que elas existem. Passo adiante. Mas essas coisas, não sei como, mas encontram-me, moem-me por dentro. Sufocam-me. Apetece-me gritar. Nhé, a voz não sai. Tento esquecer outra vez. Pisar essas coisas. Apaga-las? não dá e se calhar nem conseguiria... Adia-las? ora... uma boa solução! E que tal, fazer qualquer coisa com elas? também era bem pensado! Ah!! Pois... já me esquecia posso fazer tudo isso, menos dizer-te o que vai aqui dentro. Isso é que não. Ora isso nunca!!!!
E nesta altura ando tão cansado de correr. De me esconder dessas coisas. Que são os meus sonhos. Impossíveis e só meus!!
Estou cheio de palavras que nem sei o que querem dizer. Nem sei como as escrever. Sei que há alguma coisa em mim que precisa de sair. Adivinho que são palavras porque reconheço os sintomas, mas pela primeira vez não sei qual é a doença e desconheço em absoluto se há cura. Revejo-me imensas vezes ao espelho. Afincadamente acreditem!! Isto para que? bem, é para tentar ver, o mesmo que os outros veêm. Mas olho e não me vejo. E nem sequer suspeito, onde em mim, os outros encontram tanta coisa.
"és muito especial... (sabias?!) "
Posso ser sincero? Sabia. Sei. Só não sei o que isso faz de mim. E sei também que ninguém me dará essa resposta. Porque também não é uma pergunta. É só um vazio. É só olhar-me e não me ver. Ora coisa pouca, portanto.
Boa noite...
Letra:
When you lower me down So deep that I I can't get out
...
If you don't want me to leave Then don't push me away Rather blow out the lights You can watch it all fade But I'm going nowhere
I'm gonna stay When you just wanna fight When you're closing your eyes Cause you don't wanna love me
I'm gonna stay You can't push me too far There's no space in my heart Where I don't wanna love you
...
If you asked me to leave And I walked away We'd still be alone And we'd still be afraid I'm going nowhere I'm going nowhere
...
I'm gonna stay All the tears that I've cried I can leave them to dry If you don't wanna love me
É uma "cena" do filme Em Paris (2006) realizado por Christophe Honoré. Avant la Haine é uma música original de Alex Beaupain.
Deixo aqui a letra e uma tradução( o francês não é lingua que domine, diga-se!):
Avant la haine
Sais-tu ma belle que les amours Les plus brillantes ternissent Le sale soleil du jour le jour Les soumet au suplice
J'ai une idée inattaquable Pour éviter l'insupportable
Avant la haine, avant les coups De sifflet ou de fouet Avant la peine et le dégout Brisons-là s'il te plait
Non, je t'embrasse et ça passe Tu vois bien On s'débarrasse pas de moi comme ça
Tu croyais pouvoir t'en sortir, En me quittant sur l'air Du grand amour qui doit mourir Mais vois-tu je préfère Les tempêtes de l'inéluctable A ta petite idée minable
Avant la haine, avant les coups De sifflet ou de fouet Avant la peine et le dégout Brisons-là dis-tu
Mais tu m'embrasses et ça passe Je vois bien On s'débarrasse pas de toi comme ça
Je pourrais t'éviter le pire
Mais le meilleur est à venir.
Antes do ódio
Quero que saibas, minha linda, que os amores Os mais brilhantes sujam-se O sol sujo do dia a dia Submete-os ao suplício
Tive uma ideia inadequada Para evitar o insuportável
Antes do ódio, antes dos golpes Dos assobios e dos chicotes Antes da pena e do desgosto Vamos terminar, por favor
Não, eu beijo-te e isso passa Tu bem sabes Que Não te livras de mim assim
Tu acreditas que te vais safar desta Abandonando-me ao sabor Do grande amor que deve morrer Mas tu sabes que prefiro As tempestades do inevitável À sua pequena ideia destrutiva
Antes do ódio, antes dos golpes Dos assobios e dos chicotes Antes da pena e do desgosto Tu dizes para terminarmos
Mas eu beijo-te e isso passa Eu bem sei Que não me livro de ti assim
"A pior forma de sentir falta de alguém é estar sentado ao seu lado e saber que nunca poderá tê-lo..."
Será necessário dizer mais alguma coisa? ... Hummpf, não me parece!
Deixo aqui, também, uma música dos roxette, "FABULÁSTICAMENTE" interpretada por uma cantora que conheci recentemente mas que já me preenche horas e horas dos dias que vão passando! Espero que gostem!