29/05/2010
27/05/2010
23/05/2010
Pois
"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer."
Florbela Espanca
20/05/2010
E a vontade de ontem...
19/05/2010
O verão veio mais cedo... ou não ...
Porra que CALOR!!!! 31ºC às 19 horas??? Pensava eu que só as pessoas andavam loucas, o tempo também está a ficar, sinais de modernidade!
Ai, neste momento em vez de ter que trabalhar no projecto e estudar para as frequências que estão a chegar aos "montes", gostaria de estar na praia a apanhar sol! E quando me sentisse demasiado tostado ia dar um mergulhinho no mar... só de imaginar, até cai bába!
Ai, neste momento em vez de ter que trabalhar no projecto e estudar para as frequências que estão a chegar aos "montes", gostaria de estar na praia a apanhar sol! E quando me sentisse demasiado tostado ia dar um mergulhinho no mar... só de imaginar, até cai bába!
Tags:
Cenas estúpidas,
Fotos,
V
17/05/2010
12/05/2010
I see the world through you - David Fonseca
Frequência amanhã, e coize!!! Está difícil "incorporar esta porra". . . Mas a esperança, morre por último :)
Deixo-vos com a música que mais tenho ouvido nestes últimos dias! Lindíssima! No marés vivas, vou ver o Sr.David Fonseca na fila da frente! Seja "ceguinho"!!!
Uma boa noite a todos!
Deixo-vos com a música que mais tenho ouvido nestes últimos dias! Lindíssima! No marés vivas, vou ver o Sr.David Fonseca na fila da frente! Seja "ceguinho"!!!
Uma boa noite a todos!
"You don’t understand me now,
I wonder if you ever will,
I wonder if you’ll ever try.
Don’t get sad about,
All the strange thing I wrote,
They faded as the ink dried…"
I wonder if you ever will,
I wonder if you’ll ever try.
Don’t get sad about,
All the strange thing I wrote,
They faded as the ink dried…"
PUff
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Bem já chega, já me expressei!
Bem já chega, já me expressei!
11/05/2010
Um dia
Haverá ( ??? ) um dia em que me irei aperceber que preciso de ir mais longe do que tenho ido até então, e vou precisar de saber de que vou chegar lá.
Mas o mundo e as pessoas irão negar-me essa viagem mas eu não vou ligar e irei continuar a lutar, como sempre, contra os obstáculos que vêm na minha direcção, e aí, não me vou mexer. Vou esperar. Inspirar Fundo.Expirar fundo e esconder as lágrimas. Negar a tudo o que me poderia mover.
E então, a leve sucessão dos dias irá impressionar-me e esmagar-me contra uma realidade que não vou querer aceitar, mas há um dia em que tento... tento... e tento. Esqueço as frustrações e recuso tudo o que em tempos me desiludiu, me apagou, tento e acredito que vou conseguir. Esticarei a minha mão e ficarei surpreendido com o alcance do meu braço…
08/05/2010
02/05/2010
28/04/2010
Five for fighting - Chances
"Chances are when said and done
Who'll be the lucky ones
Who make it all the way?
Though you say I could be your answer
Nothing lasts forever
No matter how it feels today..."
Apenas uma história
Li no blog 8ito ou 8itenta ( http://oitoouoitenta.blogspot.com ) e não resisti em colocar aqui!
"À medida que se a próxima de casa a chuva ameaça começar a cair, mostrando-se através de uns esporádicos pingos mais atrevidos. Já na rua onde mora vê a silhueta de um homem ali perto, num canto mais escuro. Esforça-se por manter a cadência do seu passo, para não dar a entender algum incomodo ou receio, à medida que pega logo na chave da porta, para perder o mínimo de tempo a entrar.
Quando se encontra a 5 metros da porta de casa o homem sai do abrigo que lhe proporciona a sombra e deixa-se ser visto. Dá dois passos na direcção dela e pára, à medida que baixa o capuz que lhe cobria a cabeça.
- Tu? - diz ela com um ar surpreso, mas aliviada ao mesmo tempo por ser alguém conhecido, para questionar logo de seguida - …mas que fazes aqui?
- Estava pelas redondezas e lembrei-me de vir perguntar se querias ir tomar um café.
- A sério? Mas… mudaste-te para cá, vieste em trabalho??
- Não, continuo por lá. Simplesmente saí do trabalho, peguei no carro e lembrei-me que talvez quisesses ir beber um café comigo.
- Saíste do trabalho…? Mas são 300 kms!!
- Eu sei…
Ele começa então a mostrar alguns sinais de nervosismo, uma mão bem fundo no bolso das calças ao encolher os ombros e a outra mão a refugiar-se na nuca, um ligeiro pontapé numa pedra que encontrou pelo chão enquanto desviava o olhar para o chão para tentar não mostrar esses mesmos sinais. Balbuciou um pouco, estremeceu mais, e hesitou mas lá continuou a falar.
- …sabes, há muito tempo que reparei em ti. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que te vi, com a cara pintada, a roupa suja e um sorriso de quem estava a adorar as brincadeiras que lhe pregavam. Durante uns tempos vi-te com as tuas amigas a divertirem-se e o sorriso de quem estava feliz. Depois desapareceste por uns tempos. Passados uns anos, por força do trabalho voltaste a entrar nos meus horizontes, começámos a falar e quase vivia para ver o teu sorriso todos os dias. E agora vieste embora e sinto falta do teu sorriso… por isso vim perguntar-te… se querias ir tomar um café comigo.
- Mas como deste com o sitio onde moro?
- Foi complicado. Tive de fazer uns quantos telefonemas, ficar a dever alguns favores… ninguém me conseguiu dizer a morada exacta, o melhor que consegui foram umas indicações. Mas vi ali o teu carro estacionado e esperei que pudesses aparecer.
- Pois. Não leves a mal, até ia tomar café contigo mas tenho planos.
- Ah. Pois… claro, devia ter telefonado antes. Tens planos… fica para outra oportunidade, então.
- Pois. Para outra oportunidade.
E ele voltou-se, cabeça a mirar as pedras que pisava em direcção ao seu carro, sem olhar para trás. Entrou no carro e nesse instante começou a chover como há muito não se via. Ali ficou, uns 5 minutos, com as mãos na parte superior do volante e a cabeça pousada sobre as mãos. Ligou o carro e arrancou de volta a casa, para os longos 300kms do regresso, para os quais não teve a mínima pressa, enquanto pensava na triste figura que tinha acabado de fazer.
Chegou a casa já madrugada alta, depois da mais demorada viagem de 300kms que tinha feito. A chuva não parava de cair, agora de forma menos severa, complacente com a tristeza que percorria todo o corpo daquele homem devastado. Estacionou o carro e encaminhou-se para a sua vazia casa. Meteu a chave na fechadura e atrás de si ouve uma voz.
- Olá.
Virou-se e ali estava ela, encharcada dos cabelos aos pés e com o sorriso que ele tanto admirava.
- Tu, aqui? Mas não tinhas planos?, perguntou ele.
-Telefonei à minha tia a desmarcar. Disse-lhe que tinha de ir ter com a minha vida.
Nesse instante ela pegou-lhe na mão e perguntou:
- Tens café?

"
. . . .
"À medida que se a próxima de casa a chuva ameaça começar a cair, mostrando-se através de uns esporádicos pingos mais atrevidos. Já na rua onde mora vê a silhueta de um homem ali perto, num canto mais escuro. Esforça-se por manter a cadência do seu passo, para não dar a entender algum incomodo ou receio, à medida que pega logo na chave da porta, para perder o mínimo de tempo a entrar.
Quando se encontra a 5 metros da porta de casa o homem sai do abrigo que lhe proporciona a sombra e deixa-se ser visto. Dá dois passos na direcção dela e pára, à medida que baixa o capuz que lhe cobria a cabeça.
- Tu? - diz ela com um ar surpreso, mas aliviada ao mesmo tempo por ser alguém conhecido, para questionar logo de seguida - …mas que fazes aqui?
- Estava pelas redondezas e lembrei-me de vir perguntar se querias ir tomar um café.
- A sério? Mas… mudaste-te para cá, vieste em trabalho??
- Não, continuo por lá. Simplesmente saí do trabalho, peguei no carro e lembrei-me que talvez quisesses ir beber um café comigo.
- Saíste do trabalho…? Mas são 300 kms!!
- Eu sei…
Ele começa então a mostrar alguns sinais de nervosismo, uma mão bem fundo no bolso das calças ao encolher os ombros e a outra mão a refugiar-se na nuca, um ligeiro pontapé numa pedra que encontrou pelo chão enquanto desviava o olhar para o chão para tentar não mostrar esses mesmos sinais. Balbuciou um pouco, estremeceu mais, e hesitou mas lá continuou a falar.
- …sabes, há muito tempo que reparei em ti. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que te vi, com a cara pintada, a roupa suja e um sorriso de quem estava a adorar as brincadeiras que lhe pregavam. Durante uns tempos vi-te com as tuas amigas a divertirem-se e o sorriso de quem estava feliz. Depois desapareceste por uns tempos. Passados uns anos, por força do trabalho voltaste a entrar nos meus horizontes, começámos a falar e quase vivia para ver o teu sorriso todos os dias. E agora vieste embora e sinto falta do teu sorriso… por isso vim perguntar-te… se querias ir tomar um café comigo.
- Mas como deste com o sitio onde moro?
- Foi complicado. Tive de fazer uns quantos telefonemas, ficar a dever alguns favores… ninguém me conseguiu dizer a morada exacta, o melhor que consegui foram umas indicações. Mas vi ali o teu carro estacionado e esperei que pudesses aparecer.
- Pois. Não leves a mal, até ia tomar café contigo mas tenho planos.
- Ah. Pois… claro, devia ter telefonado antes. Tens planos… fica para outra oportunidade, então.
- Pois. Para outra oportunidade.
E ele voltou-se, cabeça a mirar as pedras que pisava em direcção ao seu carro, sem olhar para trás. Entrou no carro e nesse instante começou a chover como há muito não se via. Ali ficou, uns 5 minutos, com as mãos na parte superior do volante e a cabeça pousada sobre as mãos. Ligou o carro e arrancou de volta a casa, para os longos 300kms do regresso, para os quais não teve a mínima pressa, enquanto pensava na triste figura que tinha acabado de fazer.
Chegou a casa já madrugada alta, depois da mais demorada viagem de 300kms que tinha feito. A chuva não parava de cair, agora de forma menos severa, complacente com a tristeza que percorria todo o corpo daquele homem devastado. Estacionou o carro e encaminhou-se para a sua vazia casa. Meteu a chave na fechadura e atrás de si ouve uma voz.
- Olá.
Virou-se e ali estava ela, encharcada dos cabelos aos pés e com o sorriso que ele tanto admirava.
- Tu, aqui? Mas não tinhas planos?, perguntou ele.
-Telefonei à minha tia a desmarcar. Disse-lhe que tinha de ir ter com a minha vida.
Nesse instante ela pegou-lhe na mão e perguntou:
- Tens café?

"
. . . .
21/04/2010
17/04/2010
Jasus, como eles andam!
12/04/2010
What if you
"Catch and release" - Uma história bonita, que mostra, que por vezes as oportunidades estão nas nossas mãos, e nós deixamo-las voar e depois quando nos apercebemos disso, já pode ser tarde! Neste filme a história teve um final feliz e que belo final... aquela frase curta e simples no fim disse tudo!
Deixo aqui uma das músicas desse filme.
What if you - Joshua Radin
Uma boa semana a todos!
Deixo aqui uma das músicas desse filme.
What if you - Joshua Radin
Uma boa semana a todos!
05/04/2010
ADEUS, não fostes os teus olhos dos meus

(...)
Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar
(...)
Vou conseguir
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou conseguir para-lo
Eu vou conseguir guarda-lo
Eu vou conseguir ficar
Letra de David Fonseca
03/04/2010
24/03/2010
Mais um dia...
Depois de um dia com problemas a mais, resolvidos no fim do dia com "pica a mais"... deixo-vos aqui uma frase inspiradora do meu caro amigo Oscar Wilde...
"Um sonhador é aquele que só ao luar descobre o seu caminho e que, como punição, apercebe a aurora antes dos outros."
P.S.: Espero que não ande aí a Judiciária da literatura Portuguesa ( eh eh ) para vir para aqui apontar erros e etc's coizos!
Uma boa noite a todos vós e a mim também, é claro!
Subscrever:
Mensagens (Atom)




